INQUISIÇÃO
- TORTURAS

Com base na Bíblia cristã que estabelece no versículo 18 do capítulo 22 do Êxodo, condenação às bruxas - À feiticeira não deixarás viver. Muitos dos inquisidores o fizeram ao pé da letra.
No livro Malleus Maleficarum (1486), estão escritos os principais métodos de tortura às bruxas empregados na época.
1 - Tortura preparatória. Mostrar ao acusado a câmara de suplícios, desnudá-lo, colocar uma máscara de ferro em sua cabeça e aplicar-lhe parafusos nos polegares ou esticá-lo no strapado (instrumento que deixava pendurada a vítima).
2 - Tortura normal. O prisioneiro era amarrado de mão para as costas, e em seguida içado ao ar.
3 - Tortura mais forte. O prisioneiro continuava içado ao ar, aos pés colocavam pesos. De repente afrouxavam as cordas fazendo-o cair, mas só até um certo ponto, sem tocar no chão. A um metro do solo ele parava, e o choque dessa parada brusca deslocava todos os seus ossos.
4 - Torturas adicionais. Quando a vítima era acusada de crimes de alta heresia, amputavam as mãos e dilaceravam suas carnes com pinças em brasa.
5 - Torturas particulares. Em algumas prisões eram inventados novos métodos de supliciar o condenado, a vítima morria às vezes esmagada num sarcófago cheio de pregos, ou afogada numa tina de chumbo derretido.
6 - Execução final. Podia ser na fogueira, na fôrca, por esquartejamento ou enterrada viva. No caso do esquartejamento a vítima era amarrada em quatro cavalos que o puxavam pelas pernas e braços.
Tudo isso para fazer o prisioneiro confessar que praticava magia com ajuda dos demônios, e muitos deles morreram inocentemente. Parecia que os demônios estavam nos corpos dos inquisidores e não nos bruxos e bruxas.
Essas são partes de verdadeiros relatos praticados pelos católicos na época da inquisição que não se diferenciaram das barbaridades nazistas ao tempo de Hitler. Foi uma época em que mais uma vez os cristãos matavam em nome de Deus, como Moisés que ao descer do Monte Sinai mandou matar todos os que não ficaram do lado de seu Deus, morreram cerca de 3.000 pessoas.